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Novo Review do Taulukko

Parece que foi ontem que fiz um review do Taulukko, um sistema de rpg online, que simula com perfeição uma mesa de rpg. Ledo engâno, pois se passaram mais de dois anos desde o primeiro texto, tempo suficiente para a idéia ter dado errado. Felizmente o Taulukko continua crescendo, principalmente em qualidade.

O World Rpg Fest não é apenas um pequeno evento de entusiastas rpgistas. Desde sua primeira edição, que aconteceu em 2010 e foi um sucesso, ele conseguiu reunir grupos de diversos temas do mundo do rpg e do universo nerd.
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Foi lançado a nivel mundial, no dia 03 de novembro, um dos melhores jogos para computador dessa década: Dragon Age: Origins. O game é um épico em todos os quesitos, desde sua trilha sonora, passando pelos sistemas que comandam a jogatina. Sua produtora, a Bioware, é a mesma que fez história no mundo dos rpgs para computador, tendo em seu curriculo jogos como a franquia Baldurs Gate, Neverwinter Nights e Knights of the Old Republic, além de Mass Effect. Dragon Age foi construido sob uma engine própria e juntamente com o game, dispõe de um toolset poderosíssimo para que os fãns possam fazer suas próprias produções, da mesma forma que aconteceu com Neverwinter Nights.
No quesito “trama”, a história é bem densa, adentrando bem na linha Dark Fantasy. Um exemplo desse tipo de trama é aquela na qual The Witcher, game produzido pela polonesa CD Projekt, foi embasada. Para alguns criticos, Dragon Age poderia ter ficado mais dark fantasy porem eu discordo. Dragon Age: Origins alia uma história densa sem perder o brilho dos rpgs tradicionais, o que na minha opinião é inovador.
A trilha sonora do jogo é digna das melhores orquestras, porém tudo foi produzido em um estudio, o que me deixa mais espantado quando ouço as musicas.
Quer ouvir as musicas contidas no jogo? Clique no link abaixo para fazer o download da trilha sonora e Papéis de parede de Dragon Age: Origins!
O Brasil é um país sensacionalísta. Podemos ver pelos meios de comunicação, que deveriam expor neutralidade em muitas de suas reportagens, mas acabam pendendo quase que sempre para um dos lados. Não é de hoje que isso acontece, mas o que acontece nos dias atuais tem agravantes. Uma das reportagens que mais me chocou nesses ultimos dias e que tem relação com esse sensacionalismo, foi o retorno do caso do assassinato da garota em Ouro Preto, ha quase 8 anos atrás. O caso, que estava arquivado, foi retomado e os acusados foram julgados e absolvidos.
Lembro que, quando o assunto voltou a tona, a midia fez questão de enfatizar como culpada e com todas as letras possíveis o nome de um dos hobbies mais divertidos na minha concepção: o RPG. Bateram tanto nessa tecla que, para quem não conhece o RPG, realmente acha que é algo maligno, que deixa as pessoas loucas a ponto de fazerem sacrificios humanos. Segundo a midia, a garota foi encontrada em um cimitério, morta e com vestigios de abuso sexual e de que teria sido morta por um grupo de RPG.
Então vamos aos fatos: assassinos inescrupulosos, aqueles que matam e sequer tem remorso ao relembrar das atrocidades que fez, são jogadores de RPG? Torcedores de times de futebol, sejam de clubes brasileiros ou ingleses, que matam torcedores rivais e continuam com a baderna após o crime, são jogadores de RPG também? Ah sim, os estupradores e serial killers também são jogadores de RPG, não?
Não posso deixar de lembrá-los que, todos os que jogam video games e jogos para PC (principalmente se for o GTA) são assassinos e seres potencialmente perigosos.
Não afirmo que um rpgista esteja livre de ser uma criatura má (todos estamos sujeitos a nos tornarmos maus, se quisermos) mas não por infliencia do hobbie e sim de uma mente fraca e perturbada. Jogadores de video games segue a mesma linha. O meio influencia somente quando é impactante e atuando por muito tempo sobre uma mente que ja é fraca por natureza. Se algum dia alguem praticou atrocidades contra outros por consequencia de seus hobbies, este (o sujeito) deve ser estudado pela ciencia e não o hobbie.
Jogo RPG há 15 anos (aproximadamente) e nunca deixei de ser um humano responsável, nunca deixei minhas crenças de lado (sim, sou cristão praticante) e nunca tirei a vida de ninguem. Ah, antes que me esqueça, jogo video games também e nem por isso sinto vontade de pegar uma arma e sair atirando (muito menos me sinto um paladino-estou mais para um clérigo de pelor).
Bem, essas são minhas breves palavras, um tanto hirônicas sobre esse caso. Indico a todos a leitura do artigo Ouro Preto e reflexão, no blog do Taulukko, onde o autor descreve com mais detalhes sobre esse caso, onde a justiça, mesmo que tardia, mostrou-se justa.
Abraço
Devo dizer que eu tinha essa duvida em minha vida e ficava me questionando:
Como posso combater um zumbi se não sou um clérigo/sacerdote? O que fazer para enfrentá-los e com o que?
Bem, devo dizer que minhas duvidas já não existem mais e as suas em breve também não existirá (ao menos com relação à batalha “undead”).
Apresento-lhes o Video Tuturial de prevenção aos ataques zumbis:
Vi no Taulukko!
Hey você, amigo rpgísta. Todos sabemos que a produção de material específico de RPG, aqui no Brasil, é bem limitada e muitas vezes o material não tem a qualidade esperada, seja ela de conteúdo ou de outros quesitos. Essa realidade está pouco a pouco se alterando, vários autores estão aparecendo e N sistemas bons surgiram. Então surgiu recentemente é uma pesquisa dentro desse nicho literário, com o intuito de saber se existe um público para que se inicie a venda de Sistemas, Livro de Aventuras e afins, no formato PDF. Particularmente eu vejo uma grande vantagem nisso, pois elimina os custos de impressão, que ao meu ver, juntamente com os impostos, é o grande vilão dos preços altos desse tipo de literatura.
Todos aqueles que queiram participar da pesquisa, visite o Factoria RPG e responda a perguntas rápidas e básicas. Não precisa deixar nenhum dado pessoal, pois elas são objetivas.
Para quem não sabe ou caiu aqui de “paraquedas”, o RPG é a sigla da língua inglêsa para Role Playing Game, algo como: Jogo de Interpretação, onde você tem regras, cenários em mundos fantasiosos e um personagem só teu para que você possa “viver” ele. As aventuras são compostas por outros membros (amigos, geralmente) e um mestre (ou o carrasco narrador, como muitos o chamam) que tem a incumbência de criar as aventuras e dar andamento a narrativa. Vale salientar também que, se o jogador toma uma ação importânte, geralmente usa-se um kit da dados, que vão desde os dados com 4 lados (d4) até os de 20 lados (d20) e o jogador precisará de um pouco (ou MUITA) sorte na rolagem. Não preciso nem dizer que o RPG é um jogo muito divertido porém as melhores campanhas (séries de aventuras que praticamente formam uma história completa) são demoradas e podem perdurar por anos, o que acho ótimo.
Abraço do Teusma
Todos nós gostaríamos de sermos um otário herói épico, não!? Poder salvar um reino ou até um universo todo, do caos e da desordem desenfreada. Geralmente As vezes é uma meta individual a ser alcançada em uma campanha de RPG: eu quero ser o cara fodão, salvador do mundo e detentor de poderes magníficos, um Semi-deus. Jogamos com afinco, interpretamos com a chatisse maestria de um Shakespeare e rumamos “para o alto e avante“. Já li alguns artigos sobre esse tema em alguns blogs de rpg que acompanho, como o RPGPlanet e o RPgista, mas não lembro (me desculpem) de algum deles terem dado ênfase em um ponto que julgo crucial: a do jogador tímido, que muitas vezes salva a “pátria” e não tem pretensões egoistas épicas.
Lembra de quando você era nivel 1 e seu grupo encontrou aquele bando de amigos goblins em uma estrada? Você, como um guerreiro nato, foi na linha de frente, armado com uma espada (apenas um exemplo) e escudo, para trucidar aqueles fofuxos malditos goblins, mas errava a cada dado lançado? Pois é, havia um outro personagem, nivel 1 também, que estava no seu grupo e te salvou de todas essas jogadas de má sorte. Poderia ser um arqueiro (druida, ranger…) ou um “simplório” ladrão, mas que salvou sua pele quando mais esperava.
O grande problema está quando esse personagem, que está em um nivel suficientemente alto, esquece dessas coisas “pequenas” que lhe ocorreram. Já participei de campanhas onde o umgibo era o que imperava em alguns jogadores. Claro, o dele próprio.
Minha intenção é fazê-los lembrar que, muitas vezes somos e fomos salvos por personagens que até morreram antes do seu tempo, não merecendo cair tão rapidamente quanto você mereceria. E também clarear sua mente a fim de que, se você chegou em um estágio avançadíssimo do seu personagem, é porque em um certo momento, um deles te livrou a cabeça de uma coça goblinística (apenas mais um exemplo dentre muitos). Você pode me argumentar com “mas essa é a função do grupo” e eu apoio teu argumento, mas a partir do momento em que parte do grupo (pode ser apenas um integrante) começa a agir por sí próprio, o conceito de grupo cai e acaba ocorrendo divisão, por causa do ego inflado de jogadores inescrupulósos.
A “notícia” já é meio “velha”, mas me pegou de surpresa quando eu navegava por esse mundão virtual. Os rumores sobre Baldur’s Gate 3 em desenvolvimento são bem fortes, apesar de não ser o primeiro. Até a própria Atari, que detém os direitos e fará a divulgação caso o game saia realmente, esquiva-se em dar depoimentos sobre o assunto, o que tomamos como um sinal de “SIM”.
Se realmente estiver em desenvolvimento, entraremos em delírio mas também com muito receio de que a sequência do melhor CRPG de todos os tempos, a série Baldur’s Gate, seja manchada com uma história medíocre ou ruim. Foi a trama de Baldur’s Gate que fez milhares de fãns no mundo todo e mesmo tendo gráficos ultrapassados para os padrões atuais, ainda é uma delícia jogar (muito mais agora com as traduções em 100%).
Os rumores ainda dizem que, caso realmente esteja em desenvolvimento, levará no mínimo mais um ano pela frente. Uma outra dúvida é: quem irá desenvolver? Quando Baldur’s Gate 2 saiu, a Black Isle (que desenvolveu BG1) ainda existia, porém acabou e hoje, parte dos membros dela formaram a Obsidian, que desenvolveu Neverwinter Nights 2. Dizem por aí que a Obsidian é forte candidata a desenvolver o game, o que me dá medo só em pensar.
Em 2002 a Bioware lançou Neverwinter Nights, que deu uma revolucionada legal em games do gênero, pois apresentava um excelente suporte ao multiplayer e a customização de mundos atravéz da ferramenta Aurora. Em 2006 a Obsidian lançou Neverwinter Nights 2 e ainda hoje, dois anos depois do lançamento da continuação de NwN1, os fãns tem deixado para trás esse jogo, desenvolvido pela Obsidian, justamente porque foi mal feito e é um devorador de recursos de hardware. Poderia ter sido uma continuação fabulosa de NWN, mas não foi. É por isso que temos receio da tal Obsidian.
Bem, a única coisa que pode nos confortar no momento é que, segundo informações vazadas de algum lugar, a empresa desenvolvedora (que não será a Bioware, isso é certo – ela está focada em Dragon Age: Origins) de Baldur’s Gate 3 tem qualidade e nipe para fazer uma continuação épica. É o que esperamos ver…é o que esperamos!
Fonte: Computer and VideoGames



