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Foi lançado a nivel mundial, no dia 03 de novembro, um dos melhores jogos para computador dessa década: Dragon Age: Origins. O game é um épico em todos os quesitos, desde sua trilha sonora, passando pelos sistemas que comandam a jogatina. Sua produtora, a Bioware, é a mesma que fez história no mundo dos rpgs para computador, tendo em seu curriculo jogos como a franquia Baldurs Gate, Neverwinter Nights e Knights of the Old Republic, além de Mass Effect. Dragon Age foi construido sob uma engine própria e juntamente com o game, dispõe de um toolset poderosíssimo para que os fãns possam fazer suas próprias produções, da mesma forma que aconteceu com Neverwinter Nights.
No quesito “trama”, a história é bem densa, adentrando bem na linha Dark Fantasy. Um exemplo desse tipo de trama é aquela na qual The Witcher, game produzido pela polonesa CD Projekt, foi embasada. Para alguns criticos, Dragon Age poderia ter ficado mais dark fantasy porem eu discordo. Dragon Age: Origins alia uma história densa sem perder o brilho dos rpgs tradicionais, o que na minha opinião é inovador.
A trilha sonora do jogo é digna das melhores orquestras, porém tudo foi produzido em um estudio, o que me deixa mais espantado quando ouço as musicas.
Quer ouvir as musicas contidas no jogo? Clique no link abaixo para fazer o download da trilha sonora e Papéis de parede de Dragon Age: Origins!
O Brasil é um país sensacionalísta. Podemos ver pelos meios de comunicação, que deveriam expor neutralidade em muitas de suas reportagens, mas acabam pendendo quase que sempre para um dos lados. Não é de hoje que isso acontece, mas o que acontece nos dias atuais tem agravantes. Uma das reportagens que mais me chocou nesses ultimos dias e que tem relação com esse sensacionalismo, foi o retorno do caso do assassinato da garota em Ouro Preto, ha quase 8 anos atrás. O caso, que estava arquivado, foi retomado e os acusados foram julgados e absolvidos.
Lembro que, quando o assunto voltou a tona, a midia fez questão de enfatizar como culpada e com todas as letras possíveis o nome de um dos hobbies mais divertidos na minha concepção: o RPG. Bateram tanto nessa tecla que, para quem não conhece o RPG, realmente acha que é algo maligno, que deixa as pessoas loucas a ponto de fazerem sacrificios humanos. Segundo a midia, a garota foi encontrada em um cimitério, morta e com vestigios de abuso sexual e de que teria sido morta por um grupo de RPG.
Então vamos aos fatos: assassinos inescrupulosos, aqueles que matam e sequer tem remorso ao relembrar das atrocidades que fez, são jogadores de RPG? Torcedores de times de futebol, sejam de clubes brasileiros ou ingleses, que matam torcedores rivais e continuam com a baderna após o crime, são jogadores de RPG também? Ah sim, os estupradores e serial killers também são jogadores de RPG, não?
Não posso deixar de lembrá-los que, todos os que jogam video games e jogos para PC (principalmente se for o GTA) são assassinos e seres potencialmente perigosos.
Não afirmo que um rpgista esteja livre de ser uma criatura má (todos estamos sujeitos a nos tornarmos maus, se quisermos) mas não por infliencia do hobbie e sim de uma mente fraca e perturbada. Jogadores de video games segue a mesma linha. O meio influencia somente quando é impactante e atuando por muito tempo sobre uma mente que ja é fraca por natureza. Se algum dia alguem praticou atrocidades contra outros por consequencia de seus hobbies, este (o sujeito) deve ser estudado pela ciencia e não o hobbie.
Jogo RPG há 15 anos (aproximadamente) e nunca deixei de ser um humano responsável, nunca deixei minhas crenças de lado (sim, sou cristão praticante) e nunca tirei a vida de ninguem. Ah, antes que me esqueça, jogo video games também e nem por isso sinto vontade de pegar uma arma e sair atirando (muito menos me sinto um paladino-estou mais para um clérigo de pelor).
Bem, essas são minhas breves palavras, um tanto hirônicas sobre esse caso. Indico a todos a leitura do artigo Ouro Preto e reflexão, no blog do Taulukko, onde o autor descreve com mais detalhes sobre esse caso, onde a justiça, mesmo que tardia, mostrou-se justa.
Abraço
Devo dizer que eu tinha essa duvida em minha vida e ficava me questionando:
Como posso combater um zumbi se não sou um clérigo/sacerdote? O que fazer para enfrentá-los e com o que?
Bem, devo dizer que minhas duvidas já não existem mais e as suas em breve também não existirá (ao menos com relação à batalha “undead”).
Apresento-lhes o Video Tuturial de prevenção aos ataques zumbis:
Vi no Taulukko!
Hey você, amigo rpgísta. Todos sabemos que a produção de material específico de RPG, aqui no Brasil, é bem limitada e muitas vezes o material não tem a qualidade esperada, seja ela de conteúdo ou de outros quesitos. Essa realidade está pouco a pouco se alterando, vários autores estão aparecendo e N sistemas bons surgiram. Então surgiu recentemente é uma pesquisa dentro desse nicho literário, com o intuito de saber se existe um público para que se inicie a venda de Sistemas, Livro de Aventuras e afins, no formato PDF. Particularmente eu vejo uma grande vantagem nisso, pois elimina os custos de impressão, que ao meu ver, juntamente com os impostos, é o grande vilão dos preços altos desse tipo de literatura.
Todos aqueles que queiram participar da pesquisa, visite o Factoria RPG e responda a perguntas rápidas e básicas. Não precisa deixar nenhum dado pessoal, pois elas são objetivas.
Para quem não sabe ou caiu aqui de “paraquedas”, o RPG é a sigla da língua inglêsa para Role Playing Game, algo como: Jogo de Interpretação, onde você tem regras, cenários em mundos fantasiosos e um personagem só teu para que você possa “viver” ele. As aventuras são compostas por outros membros (amigos, geralmente) e um mestre (ou o carrasco narrador, como muitos o chamam) que tem a incumbência de criar as aventuras e dar andamento a narrativa. Vale salientar também que, se o jogador toma uma ação importânte, geralmente usa-se um kit da dados, que vão desde os dados com 4 lados (d4) até os de 20 lados (d20) e o jogador precisará de um pouco (ou MUITA) sorte na rolagem. Não preciso nem dizer que o RPG é um jogo muito divertido porém as melhores campanhas (séries de aventuras que praticamente formam uma história completa) são demoradas e podem perdurar por anos, o que acho ótimo.
Abraço do Teusma
Todos nós gostaríamos de sermos um otário herói épico, não!? Poder salvar um reino ou até um universo todo, do caos e da desordem desenfreada. Geralmente As vezes é uma meta individual a ser alcançada em uma campanha de RPG: eu quero ser o cara fodão, salvador do mundo e detentor de poderes magníficos, um Semi-deus. Jogamos com afinco, interpretamos com a chatisse maestria de um Shakespeare e rumamos “para o alto e avante“. Já li alguns artigos sobre esse tema em alguns blogs de rpg que acompanho, como o RPGPlanet e o RPgista, mas não lembro (me desculpem) de algum deles terem dado ênfase em um ponto que julgo crucial: a do jogador tímido, que muitas vezes salva a “pátria” e não tem pretensões egoistas épicas.
Lembra de quando você era nivel 1 e seu grupo encontrou aquele bando de amigos goblins em uma estrada? Você, como um guerreiro nato, foi na linha de frente, armado com uma espada (apenas um exemplo) e escudo, para trucidar aqueles fofuxos malditos goblins, mas errava a cada dado lançado? Pois é, havia um outro personagem, nivel 1 também, que estava no seu grupo e te salvou de todas essas jogadas de má sorte. Poderia ser um arqueiro (druida, ranger…) ou um “simplório” ladrão, mas que salvou sua pele quando mais esperava.
O grande problema está quando esse personagem, que está em um nivel suficientemente alto, esquece dessas coisas “pequenas” que lhe ocorreram. Já participei de campanhas onde o umgibo era o que imperava em alguns jogadores. Claro, o dele próprio.
Minha intenção é fazê-los lembrar que, muitas vezes somos e fomos salvos por personagens que até morreram antes do seu tempo, não merecendo cair tão rapidamente quanto você mereceria. E também clarear sua mente a fim de que, se você chegou em um estágio avançadíssimo do seu personagem, é porque em um certo momento, um deles te livrou a cabeça de uma coça goblinística (apenas mais um exemplo dentre muitos). Você pode me argumentar com “mas essa é a função do grupo” e eu apoio teu argumento, mas a partir do momento em que parte do grupo (pode ser apenas um integrante) começa a agir por sí próprio, o conceito de grupo cai e acaba ocorrendo divisão, por causa do ego inflado de jogadores inescrupulósos.
A “notícia” já é meio “velha”, mas me pegou de surpresa quando eu navegava por esse mundão virtual. Os rumores sobre Baldur’s Gate 3 em desenvolvimento são bem fortes, apesar de não ser o primeiro. Até a própria Atari, que detém os direitos e fará a divulgação caso o game saia realmente, esquiva-se em dar depoimentos sobre o assunto, o que tomamos como um sinal de “SIM”.
Se realmente estiver em desenvolvimento, entraremos em delírio mas também com muito receio de que a sequência do melhor CRPG de todos os tempos, a série Baldur’s Gate, seja manchada com uma história medíocre ou ruim. Foi a trama de Baldur’s Gate que fez milhares de fãns no mundo todo e mesmo tendo gráficos ultrapassados para os padrões atuais, ainda é uma delícia jogar (muito mais agora com as traduções em 100%).
Os rumores ainda dizem que, caso realmente esteja em desenvolvimento, levará no mínimo mais um ano pela frente. Uma outra dúvida é: quem irá desenvolver? Quando Baldur’s Gate 2 saiu, a Black Isle (que desenvolveu BG1) ainda existia, porém acabou e hoje, parte dos membros dela formaram a Obsidian, que desenvolveu Neverwinter Nights 2. Dizem por aí que a Obsidian é forte candidata a desenvolver o game, o que me dá medo só em pensar.
Em 2002 a Bioware lançou Neverwinter Nights, que deu uma revolucionada legal em games do gênero, pois apresentava um excelente suporte ao multiplayer e a customização de mundos atravéz da ferramenta Aurora. Em 2006 a Obsidian lançou Neverwinter Nights 2 e ainda hoje, dois anos depois do lançamento da continuação de NwN1, os fãns tem deixado para trás esse jogo, desenvolvido pela Obsidian, justamente porque foi mal feito e é um devorador de recursos de hardware. Poderia ter sido uma continuação fabulosa de NWN, mas não foi. É por isso que temos receio da tal Obsidian.
Bem, a única coisa que pode nos confortar no momento é que, segundo informações vazadas de algum lugar, a empresa desenvolvedora (que não será a Bioware, isso é certo – ela está focada em Dragon Age: Origins) de Baldur’s Gate 3 tem qualidade e nipe para fazer uma continuação épica. É o que esperamos ver…é o que esperamos!
Fonte: Computer and VideoGames



