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Se tem um assunto que está dando o que falar e ainda tem muito “pano pra manga” é sobre as mulheres curitibanas. Quando fiz o post sobre esse assunto, não tinha a menor noção de que, em N lugares (vide blogs e afins), o assunto estava começando a esquentar e meu relato, que pode ser visto AQUI, é sobre uma experiência real que tive e a grande sacada é que não ouve influência alguma de qualquer mêio que seja, que não fosse o meu próprio conceito.
Saí na noite curitibana a fim de constatar que, infelizmente, a mulher curitibana é conservadora, examina você de cima a baixo e caso você não tenha nada especial (entenda-se dinheiro, carro, conta$ bancária$ gorda$ e um mundo de exigência$…), meu amigo, estás fadado ao porre solitário. Bem, na sequência de acontecimentos sobre esse maldito assunto interessante, meu post foi visto pelos pombinhos nerd’s do Casal10, que inscitou o lado macho do casal a postar e a concodar comigo nesse post aqui —> Mulheres de Curitiba. Concordou e ainda “assinou” embaixo, afinal ele é curitibano, assim como eu também sou, e ja passou suas experiências tentando conquistar mulheres curitibanas (sem $uce$$o, claro).

Atravéz deste post do Casal10, eles descobriram o primeiro podcast sobre o assunto, feito pelos nerds do Nerd Curitibano e que rendeu um bafafá interessante. As ouvintes curitibanas ficaram indignadas e os ouvintes concordaram em sua maioria. Sempre tem os “tatus” do contra e que sequer vive a realidade mostrata por nós mas estão lá para dar o seu ínfimo pitaco. Só quem vive HOJE essa realidade social, aqui em Curitiba, sabe do que estamos RECLAMANDO. Se você não vive isso, não pitaqueie, Joselito.
E como as perguntas e opiniões foram de modo expressivo, resultado do primeiro podcast, o povo do Nerd Curitibano não deixou cair no limbo e ja foi fazendo o Podcast RESPOSTA, onde foram citados blogs, emails e comentado com afínco, todas as questões e opiniões levantadas. Podem dizer que está pendento para o lado machista do assunto, mas saliento novamente: não basta possuir caráter, ser bom de papo, xavecar. Para a mulher curitibana tem que ter atributo$$$$$ con$$istentes.
O podcast express de resposta você pode conferir nesse link: —-> PodCast Resposta.
Falem mulheres, dêem seus pitacos aqui. Estou ânsioso à espera. hehe
Resolvi dar uma saida esse fim de semana para conferir o que tem rolado na night curitibana e ver como os jovens (na verdade, as jovens) estão se comportanto frente à sociabiliade que geralmente acontece nesse meio (vide xaveco, 171, jogar um verde…). Quero desabafar, divagar, dissertar ahhhhhhhhhhh
Não é possível que as mulheres curitibanas não curtem uma xavecada. Não é possível. Vamos aos fatos:
PRIMEIRA BALADA - (SEXTA-FEIRA)
Resolvi ir ao #EBC (Encontro dos Blogueiros de Curitiba) e lá conheci uma galera muito show. Só tinha contato com alguns, via Twitter, mas a oportunidade surgiu e lá fui eu, as 19hs, no Estação. Papo vai e vem, as apresentações iniciaram-se e a galera foi chegando aos poucos. La conheci dois “loucos de pedra”, baladeiros profíssas: Romulo e Nagueva. No final do EBC decidimos que não iriamos à um barzinho mas sim à varzea ( balada muvuca, aquela que lota a lot). Ok, pé na estrada e lá fomos nós para o tal Victória Villa, lotadásso e cheio de gatas. Mal chegamos ao local e o Romulo já encontra uma garota que havia trombado com ele a semana toda, ou seja, catou de primeira a garota. Então resolvi, em certa hora, dar minhas investidas pelas pistas e fui ao ataque:
Eu: “Oi garota (sorrizão maroto)!! Está afim de dançar?”
Ela: “Ahhhh…é que…”
Eu: “Pô, vamos! Tudo bem, se não me achou atraente o suficiente pode falar, eu aceito numa boa e vou-me”
Ela:” Não… vc é atraente mas …”
Ok, desisti e parti pra outra. Perguntei gentilmente se queria dançar e ela foi logo me cortando o barato, dizendo que não sabia dançar. Soltei uma cantada sutil, dizendo que eu também não sabia e que poderiamos aprender juntos. Não teve jeito, mesmo dizendo que ela era linda. Resumindo: elas nao dançavam com ninguem e não queriam ninguem para dançar. Saimos de lá as 5 da matina, infelizes com essas mulheres ingratas e chatas. Elas andam confirmando sua “curitibanisse” demais. Só o Romulo que estava feliz da vida de ter pego a morena.
Uma das baladas: “desastre” total!
SEGUNDA BALADA – (FESTERÊ DE BIO – PUCPR)
Perfect, festa da sala, temática brega e lotadásso também. Fui na expectativa e ja com alguns “alvos” em mente. Porém ja começou “miar” de início: quem eu esperava estar solteira, foi acompanhada! Mas que maré a minha ein. Não desistí. Começei a chegar em outras garotas, que olhavam para mim. Olhou ja era. Ledo engano sr. Teusma. Os fatos foram repetindo-se e o máximo que consegui foi jogar alguns “verdes” em uma garota da sala na qual eu acho muito linda e é ela que tenho “admirado” demais nesses ultimos tempos ( apos ela aparecer sem óculos e de cabelo solto… ai ai ai … me mata do coração).
Após esses dois fatos, chego à conclusões infelizes:
1º - A mulher curitibana não quer se relacionar?
2º – Será que elas pensam que só queremos tracá-las?
3º – Sou tão feio assim?? O.o
4º – Minha teoria de, para pegar qualquer mulher em Curitiba basta ter um carro, se foi. Então, qual é a DICA mulerada curitibana?
Vou deixar uma frase dita por uma amiga, que esteve na balada de sabado:
” O que de um olhar não for captado, nos lábios não será encontrado”.
Enquanto isso, curto minha vida solitariamente, contra a minha vontade… contra a minha vontade! E EU não fui lá apenas para “pegar alguém de jeito”…
Abs
Teusma


