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Hoje sai o patch 3.2 do MMO mais jogado no mundo: o World of Warcraft. Esse patch virá com algumas novidades, como uma nova dungeon chamada Crusader’s Coliseum, que tará as opções de 5, 10 e 25 jogadores. Muita gente ainda não viu desfecho da mega dungeon do patch passado, Ulduar, e possívelmente passará direto para essa (meu grupo fará isso), pois os equipamentos de Ulduar serão inferiores aqueles que podem dropar na nova raid.
Falando um pouco mais sobre essa nova dungeon, ela terá um estilo de jogo ARENA, similar as lutas que fazemos no Argent Tournament, com cavalos e lanças. O bosses serão diretos, sem trash mobs no caminho, por se tratar de um coliseu. Ah, um novo tipo de badges foi implantado nessa nova raid: os Emblem of Triumph.

Outra novidade serão as mudanças em alguns Battlegrounds. Por exemplo, Warsong Guilch (WSG) ganhará um timer, pois as partidas nesse BG podem e chegam a durar mais de 30 minutos. Já Arathi Basin (AB) terá os pontos reduzidos de 2000 para 1600, portanto maus um encurtamento dos Bg’s. Particularmente eu gostei dessas mudanças. Sou um participante casual de Bg’s mas com esse novo método, possívelmente participarei mais, devido as mudanças.
As demais mudanças são nas classes e uma novidade para quem gosta de upar alt’s: a partir do level 20, você poderá adquirir sua montaria com speed 60%. Lembrando que, quando iniciei no mundo de WoW, era somente no level 40 e não existiam muitas facilidades para upar.
Que venha o patch 3.2 do WoW e em breve posto o link para download.
Não é nenhuma novidade que o reality show NO LIMITE, produzido e exibido pela Rede Globo, voltou às telas em uma nova temporada. Também não é nenhuma novidade que esse programa é uma versão mal produzida da mundialmente famosa SURVIVOR, produzida pela CBS.
Mas o que eu vejo é que a Globo nunca muda sua fórmula em reality’s show.
A essência é sempre a mesma e tudo é muito sem graça. Estava dando uma fuçada na net e achei um video engraçado no próprio site oficial do NO LIMITE, onde um dos participantes chora por ter que matar uma galinha. Um choro forçado, estranho, assim como o dos demais participantes. Tudo não passa de uma encenação onde uns se dizem “amigos” (do dinheiro, claro). Isso reforça ainda mais minha repulsa sobre a TV aberta e seu conteúdo ou a sua falta de conteúdo.
NO LIMITE é tão ruim quanto o BIG BROTHERe se alguem vier me falar que esse tipo de programa é cultura, eu serei obrigado a mostrar o caminho da biblioteca mais próxima. O NO LIMITE é mais uma das porcarias que as pessoas desse país vão engolir com gosto, pensando que é um manjar. É a velha estória do “Pão e Circo”.
Assista ao choro pela morte da galinha no reality show NO LIMITE:
Pessoal, como gosto muito de jogos eletrônicos, resolvi fazer uma mini-pesquisa sobre as opiniões referentes aos melhores e piores jogos eletrônicos lançados em 2008 e qual o gênero preferido do público. Não se preocupe, não peço dados pessoais e portanto, ela serve apenas como estatística. Para acessar a pesquisa e responder as 3 questões, você porerá fazê-lo por aqui: Melhores e Piores jogos lançados em 2008.
Farei a divulgação dos dados em uns 10 dias. Obrigado pela participação.
Todos nós gostaríamos de sermos um otário herói épico, não!? Poder salvar um reino ou até um universo todo, do caos e da desordem desenfreada. Geralmente As vezes é uma meta individual a ser alcançada em uma campanha de RPG: eu quero ser o cara fodão, salvador do mundo e detentor de poderes magníficos, um Semi-deus. Jogamos com afinco, interpretamos com a chatisse maestria de um Shakespeare e rumamos “para o alto e avante“. Já li alguns artigos sobre esse tema em alguns blogs de rpg que acompanho, como o RPGPlanet e o RPgista, mas não lembro (me desculpem) de algum deles terem dado ênfase em um ponto que julgo crucial: a do jogador tímido, que muitas vezes salva a “pátria” e não tem pretensões egoistas épicas.
Lembra de quando você era nivel 1 e seu grupo encontrou aquele bando de amigos goblins em uma estrada? Você, como um guerreiro nato, foi na linha de frente, armado com uma espada (apenas um exemplo) e escudo, para trucidar aqueles fofuxos malditos goblins, mas errava a cada dado lançado? Pois é, havia um outro personagem, nivel 1 também, que estava no seu grupo e te salvou de todas essas jogadas de má sorte. Poderia ser um arqueiro (druida, ranger…) ou um “simplório” ladrão, mas que salvou sua pele quando mais esperava.
O grande problema está quando esse personagem, que está em um nivel suficientemente alto, esquece dessas coisas “pequenas” que lhe ocorreram. Já participei de campanhas onde o umgibo era o que imperava em alguns jogadores. Claro, o dele próprio.
Minha intenção é fazê-los lembrar que, muitas vezes somos e fomos salvos por personagens que até morreram antes do seu tempo, não merecendo cair tão rapidamente quanto você mereceria. E também clarear sua mente a fim de que, se você chegou em um estágio avançadíssimo do seu personagem, é porque em um certo momento, um deles te livrou a cabeça de uma coça goblinística (apenas mais um exemplo dentre muitos). Você pode me argumentar com “mas essa é a função do grupo” e eu apoio teu argumento, mas a partir do momento em que parte do grupo (pode ser apenas um integrante) começa a agir por sí próprio, o conceito de grupo cai e acaba ocorrendo divisão, por causa do ego inflado de jogadores inescrupulósos.
A essas horas da madruga, to sem paciência pra postar algo sério, então achei umas imagens velhas aqui no PC.
Pasmem: Viggo Mortensen, que imortalizou Aragorn na trilogia O Senhor dos Anéis, é praticamente um (argh) argentino. É o que ele disse na entrevista à reporter Carla Meneghini, do G1. E para piorar, ele tem simpatia pelo Flamengo!! NÃAAAAAAAAAAAAAAAAO… Pô Aragorn, não me decepcione assim! :p
G1 – É sua primeira vez no Brasil? Está gostando da visita ao Rio?
Viggo Mortensen - Tinha vindo uma vez a São Paulo, mas não conheci nada. Agora estou gostando muito de tudo. Gosto especialmente da arquitetura, achei muito interessante. Quero visitar muitos lugares no Rio. Morei na Argentina dos três aos 11 anos e tenho um grande carinho pela América Latina; aqui me sinto em casa.
Viggo Mortensen e Vicente Amorim: "nos tornamos amigos" (foto: Carla Meneghini/G1)
Viggo está no Rio de Janeiro para promover o filme na qual ele interpreta um alemão nazista. Na entrevista ele fala um pouco sobre o filme entitulado de “Um homem bom“, afirmando que, diferentemente dos outros filmes com enfoque na Alemãnha nazista, esse não se preocupa em mostrar aqueles fatos, mas mostra a tomada de decisões dentro desse fato trágico/histórico. Conforme ele mesmo disse: o nazismo não ocorreu por que só tinha gente doida na Alemãnha e sim por decisões coletivas e é esse o enfoque do filme, como as decisões de uma sociedade afetam a própria sociedade.
O filme “Um homem bom” , que tem direção brasileiríssima de Vicente Amorim, encerra o Festival do Rio 2008 e está sendo bastante aguardado pelo público.
Leia na íntegra em: G1









