
Existem muitas teorias: sobre a origem do universo, sobre a existência do homem (o antes, o hoje e o depois) e muitas outras que nos levam às hipóteses mil. Ha quem defenda que o universo surgiu de uma mega explosão, cujo conhecemos como Teoria do Big Bang.
Existem os que crêem que o homem é uma criação divina, assim como existem aqueles que defendem as teorias de Darwin, cujo processo do surgimento do homem teria sua gênese em um símeo. Mas tudo isso são teorias, com fortes indícios que levam a grandes hipóteses. Mas o que de fato sabemos mesmo, é que o homem, desde o seu aparecimento e até o momento em que desaparece, tem necessidades básicas para sua sobrevivência.
Por exemplo: foram os homens que criaram a vida em sociedade, o trabalho, a técnica para a própria sobrevivência e a partir do momento em que a extensão do braço humano foi substituída pela técnica (leia-se ferramentas, processos, procedimentos e etc), iniciou-se o processo de inovações que culminam até hoje, no que conhecemos como tecnologia, cujo continua em franca expansão.
Salientamos também que este processo evolutivo não seria possível se a razão (pensamento) não evoluísse na mesma proporção. Cada vez mais o pensamento humano ultrapassa suas próprias barreiras, gerando novos conhecimentos, tudo pela própria sobrevivência humana. Para que buscar curas através do conhecimento científico? Do que vale o investimento de infinitas cifras monetárias no campo de pesquisa científica? Tudo pelo bem estar da raça humana.
Temos vários saberes: o saber empírico ou senso comum, o saber filosófico, o mito e aquela na qual estamos mais envolvido: a ciência. Todos são importantes para nossa própria sobrevivência neste planeta, que é vivo.
E para finalizar meu pensamento, digo: O conhecimento científico é aquele baseado no fato, na objetividade, é o que produz novos saberes, uma nova ciência. É o fato observável, sistemático, apoiado em métodos e em corpo teórico. Então, que se produza a ciência, para o bem de todos nós e não para o mal.
Abraço.
PS: esse post foi publicado no antigo Biocientista.com, que ja não existe mais, e era de minha autoria. Outros virão.










