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Facts:
1. Uma célula humana contém 75MB de informação genética;
2. Um espermatozóide contém a metade, o que significa 37,5 MB;
3. Um mililitro de sêmen contém 100 milhões de espermatozóides;
4. Uma ejaculação média dura 5 segundos e 2,24 ml de sêmen;
5. Isto significa que a produção dos membros de um homem igual a (37,5 MB x 100.000.000 x 2,25) / 5 = 1.687.500.000.000.000 bytes / segundo =1,6875 Terabytes / segundo.

Muro de Preda!
Conclusão:
Isto significa que o óvulo feminino suporta esse ataque DDoS de 1,5 terabytes por segundo, e é permitida a passagem apenas de um único pacote de informação… o que faz com que a mulher seja considerada o melhor firewall do mundo. (ou não)
#DISCORRAM
Fonte: Gpleonel (via GoogleGroups)
Os vírus causam diversas doenças no homem e nos animais, sendo elas de maior ou menor gravidade, que vai desde um comum resfriado até doenças graves como a raiva, AIDS (sigla para Acquired Immuno Deficiency Syndrome), a varíola e a poliomielite. No caso da varíola e da raiva, uma vacinação intensa reduziu consideravelmente os numeros de casos dessas duas doenças. Porém ainda não existe solução para doenças como a AIDS, por exemplo, cujo tornou-se um grave problema médico-social.
O vírus HIV-1, que é o agente causador da AIDS, tem sido amplamente estudado a ponto de sua biologia ser extremamente conhecida, porém só foi possível que isso acontecesse porque, juntamente com o aparecimento da doença, os avanços tecnológicos no campo da ciência foram expressivos. O HIV-1 é um retrovirus cujo o genoma é constituido de um filamento simples de RNA.

Como eu ja havia dito nos artigos anteriores, os vírus procuram certos tipos de células para parazitar. Eles não escolhem aleatóriamente, mas sim, pegam células bem específicas do corpo. No caso do HIV-1, eles atacam preferêncialmente, os linfócitos do sangue, células essas que são responsáveis pelo sistema imunitário do corpo. O vírus da AIDS é tão poderoso que, após o processo parasitário da célula, onde as partículas virais brotam literalmente da superficie celular, a célula NÃO MORRE e passa a ser praticamente uma fábrica de HIV, o que agrava a situação do hospedeiro. Ainda não descobriram o motivo pela qual os anticorpos, que são proteínas de defesas do nosso corpo, não conseguem deter o avanço de forma suficiente, desse tipo de vírus mas os esforços se voltam para a produção de alguma vacina que possa neutralizar as proteínas do invólucro do HIV e alcançando isso, o vírus não mais poderá se prender ao receptor CD4 (o CD4 é uma glicoproteína) da célula. Digo que, o dia em que essa meta for alcançada, nossas vidas mudarão de forma absurda, pois muitas doenças que hoje não temos solução poderá partir da mesma solução para a cura.
Caros, ainda não acabou. Temos muito do que falar sobre os vírus e espero, com toda sinceridade, que estejam gostando. Comentem.
Abraço
No post abaixo (Vírus e suas funções), demos uma geral no que se refere a estrutura dos vírus e comentamos algumas de suas funções. Iremos continuar com informações relevantes, como o que se refere aos hospedeiros desses vírus. Aos poucos iremos completando as principais informações sobre eles.
Antes de tudo, preciso informar algo bem importânte, para que nunca esqueçamos desse detalhe: vírus de plantas nunca, em hipótese alguma, poderão infectar células animais e a afirmação é inversamente proporcional também. Mas porque não? Embora células vegetais tenham N estruturas similares as das células animais, elas detém suas particularidades e sintetizam muitas coisas diferentes uma da outra.
Os vírus, sejam de plantas ou de animais, apresentam um numero determinado de hospedeiros. Por exemplo, o vírus da febre amarela urbana tem como hospedeiro unico e tão somente o homem e tem como transmissor, o mosquito do gênero Aedes, ou Aedes aegypti (a?d?s do grego “odioso” e ægypti do latim “do Egipto” ). Já o da febre amarela silvestre, tem como hospedeiro o macaco e também o homem e como potêncial transmissor, o mosquito do gênero Haemogogus. O vírus da Tristeza do Citrus (CTV), atinge somente plantas cítricas. Em vírus animais e especificidade vai até o nível histológico, o que serve como base para classificá-los em vírus:
- vírus dermotrópicos – Apresentam sintomas cutâneos – (varíola, varicela, sarampo, rubéola, etc.);
- vírus pneumotrópicos – Sintomas agregados ao sistema respiratório – (gripe, resfriado, etc.);
- vírus neurotrópicos – Atingem de alguma forma o sistema neural (raiva, poliomielite, encefalites, etc.);
- vírus hepatotrópicos – Atingem células hepáticas (febre-amarela, hepatite);
- vírus linfo e glandulotrópicos – Atingem células linfócitas e glândulares (caxumba, linfogranuloma inguinal).
Segue abaixo, algumas imagens do vírus da gripe:
Ainda pretendo abordar, neste tema Vírus, alguns bem específicos e comuns entre os humanos. Até o próximo artigo.
Abraço e não deixe de comentar.
Todos nós temos contato diário com os vírus. Sabe aquela gripe que te deixa debilitado (geralmente nos fins de semana), com aquela dor generalizada no corpo? Pois é, ela é causada pelo famoso vírus da gripe. Mas afinal, o que são os vírus? Porque eles fazem tantos estragos em nosso corpo e nos deixam incapacitados quando entram em ação? Irei responder algumas perguntas em uma série de artigos que iremos abordar sobre essas extraordinárias e letais estruturas. Pretendo abordar tipos de vírus específicos, em momento posterior a este, sempre levando uma informação objetiva e clara. Vamos nessa!?
Virus: estruturas invisíveis e mortais
Antes de começarmos a divagar sobre essas estranhas estruturas chamada vírus, temos que entender o que são. Desde o ensino fundamental aprendemos que os vírus não são seres vivos e eles realmente não são. Em sua estrutura não existe células, até porque eles são, muitas das vezes, menor que as próprias células do nosso corpo, portanto, os vírus são estruturas não celulares. Então, como é a estrutura de um vírus?
São basicamente formados por duas partes:
- Primeiro, eles são formados por uma parte central (ou porção central), que contém a informação genética codificada, seja em DNA ou RNA, porém é valido salientar que esses dois ácidos nucléicos (Dna e Rna) nunca estarão presentes ao mesmo tempo nos vírus. É bom lembrar também que, essa informação genética, tem por finalidade a multiplicação de vírus iguais (veremos como eles fazem isso em breve).
- Segundo, existe uma porção periférica, constituída de proteínas, que desempenha algumas funções extraordinárias: proteger o Dna/Rna, possibilitar a identificação de quais células os vírus podem parasitar e em alguns vírus, possibilitar a penetração intracelular.
Esquema de vírus HIV. (fonte: divulgação)
Costumamos enquadrar os vírus na posição imutável de parasita celular, cuja função desempenha com maestria. Um vírus não tem capacidade de se multiplicar por sí só e por esse motivo precisa de outro meio para que essa propagação ocorra. É ai que entra a função de parasita celular. Lendo algumas literaturas mais atuais, percebi que os vírus são errôneamente chamados de parasitas celulares, pois o correto é chamá-los de parasitas moleculáres. Porque? Os vírus, quando no interior da célula ja parasitada, induzem toda a maquinaria celular a sintetizar moléculas para a produção de novos vírus, moléculas essas que seriam utilizadas pela célula para a própria sobrevivência.
Vírus visto atravéz de M.E. de varredura. (fonte: divulgação)
Então temos uma resposta interessante à uma pergunta relacionada ao que vemos na prática: porque ficamos debilitados quando estamos com gripe? Resposta: morte celular!!!! O vírus simplismente mata a célula nesse processo parasitário. As células do seu corpo vão morrendo na medida em que os vírus se multiplicam e caso o seu corpo não consiga se proteger atravéz do sistema imunológico, a morte por completo, do ser vivo, é inevitável. Não é isso que vemos acontecer com as vitimas da AIDS? No caso da AIDS, o corpo não consegue deter a rápida proliferação do vírus HIV, que na maior parte das vezes parasita linfócitos do sangue.
As informações aqui passadas são noções básicas de funcionamento e estrutura dos vírus, mas ja dá uma noção exata daquilo que ocorre em nosso corpo, quando vítimas de doenças viróticas. Em breve continuaremos com muito mais informação sobre OS VÍRUS.
Grande abraço
UPDATE: Tenho percebido que muitos mandam emails perguntando sobre outras características dos vírus. Eu fiz 3 posts sobre o mesmo e então segue os links para que possam aproveitar melhor:
Como biólogo em vias de formação, não tenho postado muita coisa como deveria postar. Existe uma gama enorme de informações pertinentes a todos e não apenas aos biólogos. Hoje, no twitter, a @paulabrasil perguntou o motivo na qual sentimos aquele sono, lerdesa, preguiça em demasia, logo após o almoço. Eu na hora respondi e concordo plenamente com a @maluiza, que disse: “Biólogo é chato, tem explicação pra tudo”. Mas se tem uma coisa que eu adoro é dessiminar informação pertinente. Alguem perguntou e eu respondi, de forma coerente e correta ( ou a @maluiza teria me corrigido…o que seria ótimo para mim, caso eu estivesse equivocado na resposta). Vamos a resposta em linguagem mais que comum (common - viva o rpg):
Você está lá, em seu restaurante prediléto, comendo feito um porco faminto, devorando tudo o que vem à mesa. Ok, eu faço isso #prontofalei. Esse alimento todo (BEM calórico), passa pela boca, faringe e finalmente cai no estomago, aquele cara que fica dando PITí quando está vazio “void()“. Antigamente pensava-se que a digestão era feita somente e tão somente no estomago, o que estava completamente errado. O bolo alimentar passa no estomago e leva um banho de ácido clorídrico e de outras enzimas provenientes do suco gástrico, que ajuda a quebrar enzimas e consequentemente as células interalimentares, para que a digestão aconteça da melhor forma possível no decorrer do sistema. Logo após esse banho, ela vai para o intestino delgado, que condiciona outro banho de enzimas, processa tudo e coleta para as vias sanguineas, toda e qualquer proteina, sais e vitaminas existentes no bolo alimentar.
Pois bem, o restante nós ja sabemos de cor: o bolo alimentar vai para o intestino grosso, que tem a função importantíssima de coletar toda a água que entra em nosso organismo, e consequentemente o resto é expelido por via anal. Mas o que esta explicação tem haver com a pergunta da @palulabrasil, no twitter? Simples, objetivo e de fácil entendimento. Como toda essa comida pesando o bucho, o sangue tem papel primordial na digestão dela. O cérebro envia a informação de que a maior parte do teu sangue tem que concentrar-se nessa tarefa, mediante os orgãos do sistema digestório. Como o sangue migrou em grandes quantidades para essas regiões, o que restou ao corpo é o mínimo para que ele funcione, incluindo o cérebro. Esta aí a causa da sensação real de sono, lerdesa, incapacidade de raciocínio pleno e etc. O ideal é esperar por pelo menos duas horas para que a digestão se complete e ai sim, exigir a potencialidade do corpo e suas funções. Segue um video (em espanhol, porém facil facil) sobre o sistema digestório:
Espero que tenha sido útil.
Abraço
Achei esse video um máximo. Ele mostra as etapas de crescimento de alguns cogumelos (fungos). Os fungos, até meados de 1969, eram considerados VEGETAIS. Somente a partir desse ano (1969) é que foram classificados em um reino à parte. Mais informações sobre o reino fungi, veja: Fungos – Wikipeédia.
Segue o video:
Abraço






