Bem aventurados os humildes
Todos nós gostaríamos de sermos um otário herói épico, não!? Poder salvar um reino ou até um universo todo, do caos e da desordem desenfreada. Geralmente As vezes é uma meta individual a ser alcançada em uma campanha de RPG: eu quero ser o cara fodão, salvador do mundo e detentor de poderes magníficos, um [...]
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Esse trabalho de Teusma está sob a licença de Creative Commons License: Atribuição-Uso não-comercial 3.0 Brasil.

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Isso acontece com mais frequencia do que voce imagina
Mas nas minhas últimas campanhas os jogadores estão bem mais maduros e com uma memória mais eficiente
Quando isso acontece dá raiva…mas é parte do jogo e o melhor a ser feito nesta hora é usar o ego do jogador metido para melhorar ainda mais a experiência de jogo.
A melhor maneira de fazer isso é fazer com que o ego dele seja a causa de um plot na história, um exemplo:
Klonk é um Bárbaro level 18 que só erra quando tira 1 e normalmente dá mais de 120 de dano por ataque e tem 7 ataques por turno…E por isso é o personagem mais metido da mesa…normalmente ignorando os planos que o grupo faz, partida para a porrada de maneira irresponsável.
Faça com que sua personalidade ganhe notoriedade e que ele passe a ser conhecido nos vilarejos que passa como uma pessoa arrogante. Se tiver um bardo no grupo é melhor ainda, já que ele é o mestre em “espalhar a notícia” e faria com que a fama de “marcarado” do bárbaro chegue aos 4 ventos.
Pode ser que ele ganhe até um “título” não muito honrável como “Klonk, o Prepotente”.
Outros “títulos” engraçados:
“Klonk, o prepotente, sem memória, que quase morreu para um Kobold quando ainda era um infanto e foi salvo pelo falecido clérigo azarado”
“Klonk, o forte e chato”
“Klonk, aquele que eu não ajudaria nem por toda a sua riqueza e poder”
“Klonk von Chatisdale”
Pois é, às vezes o jogador é tao chato e egocêntrico que temos que parar de convidá-lo pro jogo.
Acima de tudo o grupo de rpg é um grupo de amigos querendo se divertir, mas sempre tem alguém q estraga. Aí temos q ficar selecionando/conversando com o elemento até arrumar um grupo bom.
Caramba… teve uma campanha que era mestrada por uma garota e visivelmente, porém não explicitamente, ela colocava O NAMORADO como personagem principal.
Era tudo com ele. Os melhores itens eram para ele, os deuses se dirigiam a ele, era tudo ELE, ELE, ELE…Um saco!
Aí, chegou uma aventura em que esse cara matou o personagem de outro jogador, sem remorso algum. Era realmente como se fosse um personagem menor na campanha!